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NESTA SEXTA

Workshop no CAPS-AD apresenta dados epidemiológicos do alcoolismo na região

Estima-se que, 55% das mortes violentas no país, estejam associadas ao consumo excessivo de álcool

Postado em 13/02/2020 às 20:07 |

A médica psiquiatra Dra. Caroline Mattos irá apresentar os dados epidemiológicos do alcoolismo na região. (Foto: Rosi Rodrigues)

O alcoolismo cresceu 43,5% no Brasil na última década no Brasil, especialmente entre os jovens e as mulheres. Ao mesmo passo, aumentou o número de mortes por doenças relacionadas ao abuso do álcool, como cirrose, vários tipos de cânceres, doenças cardiovasculares, entre outras e também pela violência. Estima-se que, 55% das mortes violentas no país, estejam associadas ao consumo excessivo de álcool.

 Na região de Umuarama a situação não é diferente do restante do país e as autoridades de saúde estão preocupadas e buscam soluções para o enfrentamento do problema. Na próxima sexta-feira (14), a partir das 8 da manhã, acontece o Workshop “O CAPS-AD e a Reabilitação do Alcoolismo”, que reúne secretários de saúde e enfermeiros dos municípios que integram o Consórcio Intermunicipal de Saúde – Cisa-Amerios e também de Umuarama e Cruzeiro do Oeste.

Serão apresentados dados epidemiológicos do alcoolismo na região, o papel do CAPS-AD na reabilitação do alcoolismo e discutidas estratégias e políticas públicas de apoio ao serviço, apresentados pela enfermeira Joseany Cazelotto Camozzato e pela médica psiquiatra, Caroline S. Mattos, que atuam diretamente no atendimento ao paciente alcoolista.

O evento será realizado na sede do CAPS-AD em Umuarama e é uma realização do Cisa-Amerios, planejado em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo – 18 de fevereiro – e tem o objetivo de chamar a atenção para este grave problema social e de saúde pública na nossa região.

“O alcoolismo está cada vez mais comum, especialmente entre os mais jovens e também as mulheres. Além dos graves problemas de saúde que o consumo excessivo e frequente do álcool provoca, a ele estão relacionados problemas sociais como o desemprego, o abandono familiar e mortes violentas”, disse o coordenador geral do Cisa-Amerios, Nilson Manduca.


 

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