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CASO GANHA DESFECHO

Referências de preso levam polícia aos corpos de primas desaparecidas

Informações repassadas por um homem preso em Cianorte levaram a Polícia Civil até uma cova rasa na zona rural de Paraíso do Norte.

Publicado em 21/08/2026 às 14:05

Após meses de buscas, corpos das duas jovens foram localizados em uma cova rasa na zona rural de Paraíso do Norte, nesta sexta-feira (21). (Foto: Divulgação/PCPR)

O caso que há meses mobilizava familiares e forças de segurança ganhou um novo e trágico capítulo nesta sexta-feira (21). Os corpos das primas de 18 anos, desaparecidas desde abril, foram localizados em uma cova rasa na zona rural de Paraíso do Norte.

A localização ocorreu após informações repassadas à Polícia Civil do Paraná (PCPR) por um homem preso em Cianorte, apontado como comparsa do principal investigado pelo desaparecimento das jovens.

As equipes policiais seguiram as referências fornecidas pelo detido e chegaram a uma área de vegetação densa, na Estrada do Porto. No local, encontraram as vítimas enterradas em uma cova rasa.


Prisão foi peça-chave para localização

A descoberta aconteceu horas depois da prisão de um homem em Umuarama, durante uma operação da Polícia Civil. Com ele, foram apreendidos um colete balístico e outros objetos.

Segundo as informações apuradas, o detido teria participado de assaltos juntamente com o principal investigado em diferentes cidades nas últimas semanas.

A prisão ocorreu no mesmo contexto da operação que terminou, durante a madrugada, com a morte do principal suspeito pelo desaparecimento e pela morte das duas jovens.

Meses de buscas chegam a um desfecho

As primas desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de deixarem uma casa noturna em Cianorte acompanhadas do investigado.

Com o avanço das diligências, o caso passou a ser tratado pela polícia como duplo homicídio. Durante a investigação, surgiram informações de que o principal suspeito teria utilizado o nome falso de “Davi” e circulado com uma caminhonete clonada.

Desde então, equipes policiais trabalhavam para localizar o investigado e descobrir o que havia acontecido com as jovens.

Agora, com a localização dos corpos, a investigação entra em uma nova fase. A Polícia Civil deverá concentrar os trabalhos na perícia, identificação oficial das vítimas e esclarecimento das circunstâncias das mortes, além de buscar responsabilizar todos os envolvidos.

O achado representa um momento decisivo para uma investigação que se estendeu por meses e que mobilizou familiares e autoridades na busca por respostas.

Fonte: Portal da Cidade Cruzeiro do Oeste

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