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Requeijão Crioulo lança embalagem com pterossauros de Cruzeiro do Oeste

Como forma de homenagem a Cruzeiro do Oeste e suas descobertas, a Latco coloca no mercado uma nova versão de embalagem do requeijão cremoso Crioulo

Publicado em 22/12/2022 às 14:32
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A embalagem especial foi lançada na noite desta quarta-feira (21), no Museu de Paleontologia de Cruzeiro do Oeste, com direito a degustação do requeijão e outros produtos da marca Crioulo (Foto: Divulgação )

Único no Brasil pelas características que apresenta, o sítio paleontológico do município de Cruzeiro do Oeste, ganha um aliado importante para se tornar ainda mais conhecido Brasil afora. 

Para homenagear a cidade e suas descobertas paleontológicas, a Latco coloca no mercado uma nova versão de embalagem do requeijão cremoso Crioulo, agora com 400 gramas. O rótulo traz paleoartes de pterossauros já descobertos na cidade, a partir de escavações feitas no sítio paleontológico. Entre a tampa e o lacre do produto há um brinde exclusivo: um folheto sanfonado com textos e ilustrações sobre os répteis voadores que conviviam com os dinossauros, na era mesozoica. Um conteúdo que ensina crianças e adultos sobre uma era que durou entre 251 e 65,5 milhões de anos atrás. O material foi criado pela artista plástica Neurides Martins, que acompanha desde o início os trabalhos no sítio.

A embalagem especial foi lançada na noite desta quarta-feira (21), no Museu de Paleontologia de Cruzeiro do Oeste, com direito a degustação do requeijão e outros produtos da marca Crioulo.

“Temos a nossa sede em Cruzeiro do Oeste e acompanhamos de perto cada nova descoberta realizada no Sítio Paleontológico, um patrimônio maravilhoso, ainda em início de escavações, mas que já trouxe descobertas impressionantes”, disse o queijista Valter Pereira da Rocha, CEO do Latco. 

Cruzeiro do Oeste já é conhecida como a Cidade dos Dinossauros. Há expressões artísticas de pterossauros e dinossauros em vários pontos da cidade. Os próprios moradores brincam com a ideia, acrescentando aos nomes de familiares e amigos o prefixo ‘dino’. Marcos, por exemplo, se torna Dinomarcos. 

Requeijão premiado

O requeijão cremoso Crioulo está entre os melhores do mercado. O mais recente prêmio conquistado pela linha é a medalha de bronze no 2º Concurso Mundial de Queijo do Brasil, realizado em setembro, em São Paulo. Foram cerca de 1.200 produtos inscritos para a avaliação de um júri técnico de renome internacional. Ao escolher Crioulo, o consumidor sabe que está levando sabor e qualidade para a mesa.

Sobre os pterossauros

Há 90 milhões de anos havia um deserto que cobria toda a região noroeste do Paraná, o Deserto Caiuá. Nele viviam pterossauros e dinossauros. O primeiro pterossauro descoberto recebeu o nome de Caiuajara dobruskii, nome que se refere a um antigo morador desse deserto e que homenageia o descobridor desses fósseis de Cruzeiro do Oeste, Alexandre Gustavo Dobruski.

O Caiuajara foi divulgado pela ciência em 2014 e é o primeiro pterossauro brasileiro na região sul do Brasil. Outras descobertas já haviam sido feitas na Chapada do Araripe, no Ceará. 

“Os pterossauros não eram dinossauros, como se pensa, mas viveram na mesma época e foram extintos junto com eles. Eram, na verdade, répteis alados e são considerados como os primeiros vertebrados capacitados a voar”, explica a historiadora Neurides Martins.

Ossos de dezenas de Caiuajaras foram localizados nas escavações realizadas no sítio de Cruzeiro do Oeste, desde filhotes a adultos. Sabe-se que eles desenvolviam desde cedo uma crista na cabeça, que tornava-se cada vez maior com o crescimento do animal. 

Os fósseis de Cruzeiro do Oeste foram descobertos em 1971 por um homem do campo, Alexandre Gustavo Dobruski, quando cavava valetas numa estrada rural para escoar as águas e assim facilitar a passagem de sua carroça de leite. Mas só em 2012 sua descoberta se tornou pública. Hoje, vários estudos científicos já foram feitos e outros tantos estão em andamento.

O Sítio Palentológico de Cruzeiro do Oeste apresenta um diferencial pela grande concentração de ossos. Esse tipo de acumulação é conhecido na paleontologia pelo termo inglês “bone bed”, e é considerado um caso raro para pterossauros, sendo o primeiro e único no Brasil.

Sobre a Latco

Há mais de 56 anos, a Latco busca constantemente desenvolver produtos de qualidade, investindo no desenvolvimento de novas tecnologias e no aperfeiçoamento dos processos de produção. 

A história de sucesso da Latco começou em 1966, em Cruzeiro do Oeste, com a produção de manteiga e caseína. Desde então, passou a frequentar diariamente a casa da família brasileira, com um mix de dezenas de produtos, todos da mais alta qualidade.

Fonte: Portal da Cidade Cruzeiro do Oeste com informações da Assessoria